Este edifício foi construído pelo imigrante alemão Guilherme Naumann em 1906. Dividido em 2 andares, no térreo funcionava a loja de ferragens e no pavimento superior sua moradia. O prédio foi vendido em 1933, e diferentes funções ele abrigou como: Correio, Farmácia, Faculdade, Creche, entre outros. Atualmente pertence à Universidade Estadual de Ponta Grossa e serve de sede para o Pró Reitoria de Extensão e Assuntos Culturais, daí ser conhecido como PROEX. Localiza-se na Praça Marechal Floriano Peixoto e foi tombado como Patrimônio Cultural do Paraná em 1990.
Foi inaugurado em 1928 para ser sede do Fórum de Ponta Grossa. Destaca-se na paisagem urbana, por ser uma construção de beleza arquitetônica significativa e por estar localizado na área histórica da cidade. O Fórum funcionou neste local até 1983, quando o prédio passou a ser sede do Museu Campos Gerais da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Situado na Rua Engenheiro Schamber. Também foi tombado como Patrimônio Cultural do Paraná em 1990.
O prédio do Colégio foi inaugurado em 1924, para funcionar a Escola Normal de Ponta Grossa. Em 1939, passa a ser sede do Ginásio Regente Feijó. Caracteriza-se por ser um marco na paisagem urbana pela beleza de sua construção, marcada pelo estilo eclético, apresentando vestígios do estilo clássico e da e Art. Nouveau. Caracteriza-se por ser um grande Colégio Estadual, onde estudaram muitos personagens da história local, sendo até hoje uma referência por sua importância educacional. Foi tombado como Patrimônio Cultural do Paraná em 1990.
Construída entre 1899 e 1900 esta edificação sólida, elegante e expressiva com características arquitetônicas Neoclássicas e Art. Nouveau tinha como função ser, além de um posto de entre cargas, passagem do trem internacional (Itararé–Uruguai). Com o crescimento da ferrovia no Paraná, o prédio da Estação Paraná não atendia mais ao constante crescimento e movimento de passageiros e cargas, por isso foi construída e inaugurada em 1900 a Estação São Paulo-Rio Grande. Ela foi ampliada em 1908 e suas características originais permanecem preservadas até hoje. O prédio foi tombado em 1990 como Patrimônio Cultural do Paraná e atualmente está fechado para revitalização.
Este edifício inaugurado em 1894, para ser sede da primeira Estação Ferroviária de Ponta Grossa. Servia de embarque e desembarque de passageiros, bem como para o transporte de cargas. A importância desse edifício que foi tombado como Patrimônio Cultural do Paraná em 1990 está ligado à sua beleza arquitetônica e também por inaugurar na região o transporte ferroviário. Com a retirada dos trilhos do centro da cidade, a estação foi desativada e em 1995 foi inaugurada no local a Casa da Memória de Ponta Grossa. Este espaço é destinado a exposições e a preservação do acervo histórico-documental de Ponta Grossa e região, abriga a maior parte do acervo antigo do município.
Foi construída em 1926 por Alberto Thielen, industrial, comerciante e figura de destaque na história de Ponta Grossa. O nome da mansão é uma homenagem a sua esposa Hilda Thielen. Por muitos anos foi sede da Biblioteca Pública de Ponta Grossa, de 1996 até o momento funciona como Fundação de Cultura e entre 2009 até 2015 foi sede da Fundação de Turismo. O casarão de 600m², com influência da arquitetura francesa neoclássica e  Art. Nouveau foi tombado como Patrimônio Cultural do Paraná em 1990.
Em 1903 a Paróquia de Sant´Ana em Ponta Grossa foi confiada aos padres da Congregação do Verbo Divino para o trabalho de pastoral paroquial. Três religiosas iniciaram os trabalhos escolares em 1905: Irmã Regina, Irmã Dionysia e Irmã Suitberta, que fundaram a Casa das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo em 21 de março de 1905 e a primeira escola confessional católica estabelecida em Ponta Grossa, o Colégio Sant’Ana. O Colégio Sant’Ana vem funcionando ininterruptamente desde a data de sua fundação até os dias de hoje, formando gerações em toda a região dos Campos Gerais.
Localizado na Rua Santos Dumont. O prédio pertenceu a Paula Madureira Bittencourt e ao Coronel Fernando Bittencourt. Em 1903 esse estabelecimento comercial alterou seu nome para Firma Fernando Bittencourt e Filhos, com uma seção própria de automóveis e acessórios. Tombado em 2001, estilo eclético.
Imóvel localizado na Av. Vicente Machado n. 27, funcionou como a Alfaiataria Muzzillo, propriedade do Sr. Antônio Muzzillo, que possuía grandes variedades de figurinos da moda, na década de 60, o prédio foi sede da colchoaria Leão. No ano de 1943, Augusto Canto Júnior assumiu a direção do estabelecimento e perpetuou a tradição aos seus três filhos. Edifício de estilo eclético tombado no ano de 2001.