Compac aprova tombamento do Bloco A da UEPG


Bloco A da UEPG e Praça Santos Andrade foram tombados na noite de ontem 

A Prefeitura de Ponta Grossa, através da Secretaria Municipal de Cultura, realizou, na noite de ontem (dia 3) a sessão pública de tombamento do Bloco A do campus central da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e da Praça Santos Andrade, que fica na entrada do prédio. A sessão aconteceu no Cine-Teatro Ópera e o Conselho Municipal do Patrimônio Cultural (Compac) aprovou a proposta por unanimidade. 

A decisão pelo tombamento do bloco A da UEPG se deu pela importância histórica, artística e arquitetônica do prédio. O local foi o primeiro prédio da Universidade, que hoje se encontra em dois campi (central e de Uvaranas), além de contar com outras unidades espalhadas pela cidade. 

De acordo com o histórico que consta no site da Instituição, a UEPG “foi criada pelo Governo do Estado do Paraná, através da Lei no 6.034, de 6 de novembro de 1969, e Decreto no 18.111, de 28 de janeiro de 1970”. Na oportunidade, também foram criadas a Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Universidade Estadual de Maringá (UEM). No caso da UEPG, a universidade incorporou faculdades estaduais já existentes no município e que funcionavam isoladamente.

A partir do tombamento, devem ser mantidos todos os aspectos particulares da concepção do prédio do Bloco A. Porém, podem ser realizadas obras internas, desde que sejam condizentes com o caráter da estrutura em questão. Para isso, os projetos devem ser previamente aprovados pelo Conselho Municipal do Patrimônio Cultural.

Prefeitura inaugura o Museu Municipal Aristides Spósito

A Prefeitura de Ponta Grossa inaugurou, na tarde desta terça (12), o Museu Municipal Aristides Spósito, a mais nova unidade cultural da cidade. O espaço, que passou a funcionar nas instalações da Mansão Vila Hilda, recebeu parte do acervo do antigo Museu Época.
A solenidade contou com a presença da prefeita Elizabeth Schmidt, do secretário municipal de Cultura, Alberto Portugal e convidados. A entrega do museu à comunidade faz parte da programação dos 200 anos de Ponta Grossa.
“Nos últimos anos, temos transformado o setor cultural em Ponta Grossa. Investimos no apoio aos nossos artistas e na criação de novas unidades culturais, como é o caso do Museu Aristides Spósito, um espaço dedicado à nossa história e que, com certeza, contribuirá de maneira significativa para a preservação da nossa memória como sociedade”, destacou a prefeita Elizabeth Schmidt.
  O Museu Municipal foi pensado a partir das peças do Museu Época, que volta a ser disponibilizado para a comunidade. O antigo museu foi criado e mantido por Aristides Spósito, falecido em 2019. O espaço foi fechado um pouco antes, em 2016, em decorrência do estado de saúde do proprietário. Sua família, então, fez a doação do acervo para o Município que transformou a Mansão Vila Hilda no Museu que leva o nome do criador do Época.
“É uma justa homenagem ao seu Aristides, que durante anos preservou a memória de Ponta Grossa a partir do seu trabalho. E isso, agora, neste espaço muito importante, que faz parte da identidade local e é um dos prédios mais icônicos de Ponta Grossa. Como Museu, a Mansão estará aberta para a visitação de toda a comunidade”, explica o secretário Alberto Portugal.
A Mansão Vila Hilda foi totalmente revitalizada para receber mais esta unidade de cultura da cidade, especialmente a partir de obras estruturais, como a pintura externa e  na parte elétrica. O Museu conta com dois espaços. No térreo estão dispostas peças que contam um pouco da história de Ponta Grossa, do seu cotidiano, aspectos econômicos e sociais. No piso superior foi montado um ambiente que mostra uma moradia de época, com detalhes de cozinha, copa, quarto de dormir, entre outros. “Não é uma representação da casa da família Thielen, mas de uma casa de época”, explica o secretário Alberto Portugal. Além disso, o Museu Municipal fará parte de um complexo cultural mais amplo, já que está no mesmo espaço onde já se encontram a Escolinha do Patrimônio e a Casa da Memória. Com isso, além da visitação, também se destacará como importante local de pesquisa e conhecimento.

VILA HILDA
Com influência da arquitetura francesa neoclássica e art nouveau, a Mansão Vila Hilda é uma das mais belas e importantes edificações de Ponta Grossa. Foi construída em 1926, por Alberto Thielen, industrial e comerciante da cidade, proprietário da Cervejaria Adriática, portanto, está perto de completar 100 anos. O casarão possui dois pavimentos. No seu interior, conta com pinturas que retratam paisagens e motivos europeus e locais. “Por isso, não só o acervo do museu, mas a própria construção é uma obra a ser admirada”, considera o secretário Alberto Portugal.
Por muitos anos, a Mansão foi sede da Biblioteca Pública de Ponta Grossa. Em 1990 foi tombada pelo Patrimônio Cultural do Paraná. Até outubro do ano passado, sediava a Secretaria Municipal de Cultura

Museu Municipal será inaugurado no próximo dia 12

O Museu Municipal Aristides Spósito, que vai funcionar na Mansão Vila Hilda, será inaugurado no próximo dia 12. A solenidade está marcada para às 16h30, com a presença da prefeita Elizabeth Schmidt e do secretário municipal de Cultura, Alberto Portugal.

O projeto é da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Cultura, e a entrega do espaço à comunidade, como museu, faz parte da programação dos 200 anos de Ponta Grossa.

“A criação do Museu Aristides Spósito é um grande marco para Ponta Grossa, pois, ao mesmo tempo, celebra o trabalho desempenhado por um apaixonado pelas histórias do nosso e de outros tempos, e fortalece nosso papel, enquanto poder público, de fomentar ações e iniciativas dedicadas à proteção da nossa memória e da nossa cultura, requisitos essenciais para a construção de uma cidade mais humana e com um sentimento de pertencimento ainda maior”, comenta a prefeita Elizabeth Schmidt.

O prédio foi revitalizado, com obras de pintura externa e investimentos na iluminação. Ele abrigará, entre outros, parte do acervo do antigo Museu Época, fechado em 2016, que foi doado pela família de Aristides Spósito (que dá nome ao museu), falecido em 2019, que criou e manteve o Época até seu fechamento. Serão diversos itens, locais e também de fora da cidade, adquiridos e doados ao longo do tempo. Elas ficarão expostas em vários espaços da Mansão de 600 metros quadrados.

“Este é um dos momentos mais esperados dentro da nossa programação de 200 anos de Ponta Grossa. A Vila Hilda faz parte da identidade local, é um dos prédios mais icônicos da cidade e, como museu, poderá ser visitado com mais liberdade por toda a comunidade”, destaca o secretário municipal de Cultura, Alberto Portugal.

O Museu Municipal fará parte de um complexo cultural mais amplo, já que funcionará no mesmo espaço onde já se encontram a Escolinha do Patrimônio e a Casa da Memória. Com isso, além da visitação, também se destacará como importante espaço de pesquisa e conhecimento.

VILLA HILDA

Com influência da arquitetura francesa neoclássica e art nouveau, a Mansão Vila Hilda é uma das mais belas e importantes edificações de Ponta Grossa. Foi construída em 1926 por Alberto Thielen, industrial e comerciante da cidade, proprietário da Cervejaria Adriática, portanto, está perto de completar 100 anos. O casarão possui dois pavimentos. No seu interior, conta com pinturas que retratam paisagens e motivos europeus, além de algumas paisagens locais. “Por isso, não só o acervo do museu, mas a própria construção é uma obra a ser admirada”, considera o secretário Alberto Portugal.

Por muitos anos a Mansão foi sede da Biblioteca Pública de Ponta Grossa. Em 1990 foi tombada pelo Patrimônio Cultural do Paraná. Até outubro do ano passado, sediava a Secretaria Municipal de Cultura.

Cápsula do tempo será aberta no próximo dia 8

  A cápsula do tempo, acoplada no Monumento do Sesquicentenário, na Praça Floriano Peixoto, será aberta no próximo dia 8. A partir das 09 horas ela será retirada do local com a presença de convidados. Ela foi colocada ali há 50 anos, em 1973, como parte das comemorações, então, dos 150 anos da cidade. A caixa será levada até o auditório do Centro da Música, onde a abertura vai acontecer. A solenidade, que faz parte da programação dos 200 anos de Ponta Grossa, será transmitida ao vivo pelas redes sociais da Secretaria Municipal de Cultura e também da Prefeitura.

 O evento vai contar com a presença da prefeita Elizabeth Schmidt, secretários, representantes da comissão dos 200 anos, autoridades, membros do Conselho do Patrimônio Cultural, imprensa e convidados. A partir da transmissão ao vivo, poderá ser acompanhado por toda a comunidade. Quando a cápsula chegar ao Centro da Música, será aberta cuidadosamente pela museóloga Samara Lima.

“Tenho certeza que a realização deste evento será um momento muito especial para nossa cidade Será um grande momento de celebração e de reverência a toda a história de Ponta Grossa”, destaca a prefeita Elizabeth Schmidt.

O secretário municipal de Cultura, Alberto Portugal, lembra que a caixa, que é de metal, foi lacrada há 50 anos, portanto, trata-se de material sensível, que deve ser manuseado com cuidado e profissionalismo. Até por isso, o público presente foi limitado. “Mas todos poderão acompanhar a transmissão por nossas redes sociais”, reforça o secretário. Depois de conhecido, o conteúdo será exposto no Museu Municipal Aristides Spósito, que vai funcionar na Mansão Vila Hilda, a partir do dia 12. A cápsula contém documentos, cartas, fotos e outros objetos que foram colocadas nela pela comunidade em setembro de 1973. O conteúdo conta com colaborações de autoridades daquela época e de estudantes de Ponta Grossa que também colaboraram.

Prefeitura inaugura Acervo Municipal de Obras de Arte

A Prefeitura de Ponta Grossa, através da Secretaria Municipal de Cultura, inaugura no dia 11 (terça-feira) o ‘Acervo Municipal de Obras de Arte’. O espaço foi remodelado para realizar a guarda das mais de 700 obras de arte que pertencem ao Município. A solenidade de inauguração está marcada para as 19h30, com a presença da prefeita Elizabeth Schmidt, do secretário municipal de Cultura, Alberto Portugal e dos conselheiros do Conselho de Política Cultural. 

A nova unidade cultural foi instalada em anexo ao Centro de Cultura, na Rua Augusto Ribas, 722. “O objetivo do espaço é oferecer acesso à comunidade para conhecer as obras e para realização de estudos e ações educativas, destinando mais um espaço especificamente às artes visuais”, explica o secretário Alberto Portugal.

O acervo conta com obras adquiridas ao longo da história da cidade, como resultado de premiações, aquisição em salões de arte, de concursos e editais, ou doadas por artistas. 

De acordo com a curadora do espaço, Mariângela Digiovanni, ao longo do tempo, as obras tiveram “momentos difíceis de conservação, por falta de espaço e de condições adequadas para mantê-las”. Na atual gestão, surgiu a proposta de fazer a galeria do Acervo, que pode ser mostrado ao público mas, principalmente, “para as obras terem saúde, porque elas precisam respirar e ter condições adequadas de preservação”, explica Digiovanni.

No Acervo de Obras de Arte do Município, as pinturas estão expostas adequadamente depois de passar por uma curadoria. “O observador terá condições de absorver a beleza de cada quadro. Ficou maravilhoso o espaço”, comemora a curadora, lembrando que muitas peças ainda precisam de restauro, trabalho que continuará a ser feito.

Espaços culturais

A Prefeitura inaugurou, em 2021, o Setor de Artes Visuais do Ponto Azul, com ateliê e salas de exposições. Recentemente, também deu à coletividade o Centro de Criatividade, voltado à prática criativa. Agora, a proposta é que nesse novo espaço as obras possam ficar armazenadas em exposição permanente, além de ser um espaço de tratamento daquelas com patologias.

Acervo Municipal de Obras de Arte foi instalado no prédio do Centro de Cultura

SMC realiza chamamento público para compor banco de dados de avaliadores

A Prefeitura de Ponta Grossa, através da Secretaria Municipal de Cultura (SMC) e o Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), divulga o Chamamento Público 002/2023 para seleção de avaliadores, pessoas físicas, para análise dos projetos culturais inscritos nos editais da SMC e do Fundo Municipal de Cultura. As inscrições estão abertas até as 23h59 do dia 2 de abril, exclusivamente neste site.

Os interessados podem se inscrever para prestar serviços em uma ou mais das seguintes áreas: Artes Cênicas; Artes Visuais; Audiovisual; Literatura, Livro e Leitura; Música; Patrimônio Cultural (material e imaterial); Povos, comunidades tradicionais e culturas populares; e Produção cultural.

O trabalho a ser executado pelos avaliadores contratados envolve análise de mérito; emissão de pareceres técnicos de produtos ou projetos culturais; lançamento de notas do mérito; revisão de parecer técnico, notas e considerações, com base nos eventuais recursos apresentados. Para o diretor do Departamento de Cultura da SMC, Carlos Phantasma, “a formação do banco de avaliadores é importante porque demonstra que todos os processos da Secretaria são feitos de maneira transparente, com isenção, sem a presença de artistas e agentes locais”.

Esclarecimentos sobre o regulamento podem ser prestados pelo Departamento de Cultura. As questões deverão ser enviadas para o e-mail pontagrossa.cultura@gmail.com. REQUISITOS EXIGIDOS Poderão compor o Banco de Dados de Pareceristas os interessados que preencherem os seguintes requisitos:

a) Ser brasileiro nato ou naturalizado;

b) Não residir atualmente em Ponta Grossa;

c) Ter idade mínima de 18 anos, no ato da inscrição;

d) Possuir, no mínimo, três anos de experiência na área cultural pleiteada;

e) Ter concluído, no mínimo, cursos de nível médio ou equivalente;

f) Para pareceristas ligados ao Patrimônio Cultural Material: ser formado em Arquitetura e Urbanismo, com experiência em patrimônio ou ser pós-graduado em curso voltado ao patrimônio cultural;

g) Para pareceristas ligados ao Patrimônio Cultural Imaterial e Povos, Comunidades Tradicionais e Culturas Populares: ser formado em Antropologia, ou ser pós-graduado em curso voltado ao patrimônio cultural, ou possuir experiência comprovada na área, ou ser formado em História ou Geografia, com comprovação de experiência na área.

Prefeitura realiza Peregrinação de João Maria

No próximo sábado (dia 25) será realizada uma peregrinação de ‘João Maria, o Monge do Paraná’. A saída está marcada para as 6 horas da manhã, diante da Casa do Divino, no Centro, com destino ao Olho d’água de São João Maria, na Vila Ana Rita. A organização é da Prefeitura de Ponta Grossa, através da Secretaria Municipal de Cultura e da Secretaria Municipal de Turismo.

          A peregrinação, que contará com trajeto de 3,5km , marcando o ‘Dia do Monge João Maria’, comemorado no dia 27 de Março, através da Lei Estadual 20.002, sancionada no ano passado. O destino será o Olho d’água localizado no bairro Neves, local de devoção dos fiéis.

          A peregrinação do Monge João Maria é uma das histórias mais ricas e importantes da religiosidade paranaense. Sua presença é registrada em dezenas de municípios do Estado entre o final do século XIX e início do século XX, inclusive em Ponta Grossa, onde o recanto de São João Maria é um local de visitações e oferendas por graças alcançadas. O monge tinha como tradição acordar às 3h45 todos os dias e partir para sua peregrinação às 6h00. Atualmente, diversas cidades do Estado já realizam ações, como peregrinações, novenas e debates sobre sua curiosa história.

          “Muito além das questões da devoção, a história do Monge João Maria reúne diversos aspectos culturais, e neste ano, como parte da celebração dos 200 anos de Ponta Grossa teremos a primeira ação dedicada a este símbolo de cultura popular, oportunizando às pessoas da comunidade conhecer esta expressão”, destaca o secretário municipal de Cultura, Alberto Portugal. Para o secretário municipal de Turismo, Paulo Stachowiak, o evento “é uma forma da Prefeitura manter, através das Secretarias, essa tradição sociocultural da crença popular. O Olho d’água de São João Maria é um local de muita visitação, muito importante para a cidade, e o turismo religioso pode se tornar ainda mais forte em Ponta Grossa”.

Inscrições estão abertas através do endereço https://forms.gle/1mSpMDsokfrLUsFMA

SERVIÇO:
Peregrinação de João Maria
Dia 25 de Março, às 06h00, saindo da Secretaria Municipal de Cultura
(Rua Sete de Setembro, 572)
Inscrições: 1kg de alimento

Carnaval de Ponta Grossa – Programação

O Carnaval 2023 da Prefeitura de Ponta Grossa já está com a programação definida. A festa será realizada entre os dias 17 e 21 de fevereiro na região Central e contará com desfiles de blocos e escolas de samba, matinês, baile e Concurso de Fantasias e da Rainha do Carnaval. 

“Nós temos trabalhado para fomentar e fortalecer a cultura no nosso Município e o Carnaval, sem sombra de dúvida, é uma das manifestações mais tradicionais e importantes do nosso país. Tenho certeza que a festa que está sendo desenvolvida pela Prefeitura será um grande marco para a população e irá tornar o aniversário de 200 anos de Ponta Grossa ainda mais bonito”, destaca a prefeita Elizabeth Schmidt. 

De acordo com o secretário municipal de Cultura, Alberto Portugal, o intuito da festa deste ano é integrar a comunidade e oferecer uma festa plural, voltada para todos os públicos. 

“O Carnaval deste ano será, acima de tudo, uma celebração da história da nossa cidade e da integração da comunidade por meio da música e da alegria, uma verdadeira celebração da felicidade. Nosso objetivo é oferecer uma festa com muita diversão, plural, com segurança, e para todas as idades”, aponta Portugal.  

Grito de Carnaval e exposição de maquetes
Precedendo as festividades, a Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Cultura, abre,  no dia 01 de fevereiro, a exposição de maquetes do Carnaval ‘Império dos Campos Gerais’ do artista Renato Garcia. O evento acontece a partir das 19h na Unidade Cultural do Ponto Azul, espaço que também receberá o Grito de Carnaval com participação de carnavalescos do Município. 

Acesse os editais para inscrição

Edital do Concurso das Escolas de Samba

Edital do Concurso de Fantasias

Edital do Concurso da Rainha do Carnaval

Regulamento para o Desfile

Confira a programação completa do Carnaval 2023

Dia 17 – Sexta-feira 

Baile Municipal com Concurso da Rainha E Concurso De Fantasia 

Horário: 20h

Local: Parque Ambiental

Dia 18 – Sábado 

Bloco dos Polacos (Bloco des Polaques)

Horário: das 14h às 17h30 – Concentração na Praça Barão de Guaraúna –

Desfile das Escolas de Samba

Horário: 20h

Local: Rua Benjamin Constant

Festa no Ambiental com Banda Show

Início das atividades após o desfile das escolas de Samba

Dia 19 – Domingo

Matinê Infantil 

Horário: 15h

Local: Parque Ambiental

Bloco Trem das 11

Horário: 16h – Concentração na Feira Do Produtor – 

Corso 

Horário: 20h00 

Festa no Ambiental com Banda Show

Início das atividades após o desfile do bloco

Dia 20 – Segunda-feira

Matinê Idosos 

Horário: 15h

Local: Parque Ambiental

Bloco da Chave

Horário: 16h – Concentração Na Feira Do Produtor –

Festa no Ambiental com Banda Show

Início das atividades após o desfile do bloco

Dia 21 – Terça-feira

Bloco da XV

Horário: 16h – concentração na Rua XV

Festa No Ambiental com Banda Show

Início das atividades após o desfile do bloco

Resultado do Corso

Carnaval de Ponta Grossa em 1980. Acervo da Casa da Memória Paraná

Origens

Conhecido de todos os brasileiros, mesmo daqueles que dizem que não gostam da folia, o Carnaval é uma das mais tradicionais festas populares do mundo. No Brasil é, sem dúvida, o maior evento popular, levando milhões de pessoas para as avenidas, sambódromos e clubes para dançar, sambar ou simplesmente assistir aos desfiles. 

O Carnaval teve origem na Europa, na Idade Média. O evento chegou ao Brasil ainda no período colonial, quando eram realizadas diversas brincadeiras. A partir do século XX, muitos ritmos passaram a fazer parte das comemorações e na década de 1930 se tornou a principal festa popular do país.

 
O Carnaval em Ponta Grossa        
Foi ainda no século XIX que o Carnaval chegou a Ponta Grossa.
De acordo com os relatos, Gabriel Caillot, filho de um imigrante Francês ligado à música, casou-se com uma moça negra chamada Floripa. Eles foram morar no bairro de Olarias e ali aliaram a musicalidade dele com as tradições familiares dela, que traziam na bagagem danças e batuques. Os ritmos eram usados em alegres saraus na casa deles no Carnaval.
O evento ganhou a cidade, incluindo outras características. Historiadores apontam que no início do século passado o Carnaval de Ponta Grossa se destacava principalmente pelo corso (desfile de carros com pessoas fantasiadas) pelas ruas centrais. O modelo teve seus maiores momentos durante as décadas de 1930 e 1940. Confetes e serpentinas tomavam conta dos festejos e das roupas dos participantes e observadores.
Os primeiros blocos de Carnaval foram criados entre as décadas de 1940 e 1950, com participação direta dos filhos de Gabriel Caillot e Floripa. Esses grupos foram tendo cada vez mais adesão e viraram escolas de samba. Aos poucos, adeptos ao Carnaval e ao samba foram criando outras escolas, tornando os desfiles um marco nas festividades carnavalescas locais.

Das ruas para os salões 


Nessa época o Carnaval também caiu no gosto dos clubes sociais de Ponta Grossa, que passaram a realizar concorridos bailes com marchinhas clássicas do país. A partir da década de 1940, portanto, o Carnaval ponta-grossense se dividiu entre as festas populares nas ruas, com a participação das escolas de samba e blocos, e os clubes sociais, com seus foliões rodando nos salões.

Iniciativa da Secretaria de Cultura concorre em prêmio nacional

O Sistema de Informações do Patrimônio Cultural (SIPC PG), desenvolvido pela Prefeitura de Ponta Grossa, concorre em etapa nacional do Prêmio Rodrigo Melo Franco Andrade – edição 2022 – categoria pessoa jurídica. Desenvolvido pela Secretaria Municipal de Cultura, o sistema, que pode ser consultado pelo site patrimoniopg.com, está entre os vencedores na região Sul. “Este é mais um trabalho desenvolvido pelos nossos servidores e que ganhou relevância nacional”, frisa a prefeita Elizabeth Schmidt.

Conforme o secretário municipal de Cultura, Alberto Portugal, o site foi construído e alimentado pelos próprios funcionários da pasta e tem como objetivo democratizar o acesso a informações do patrimônio cultural de Ponta Grossa. “Pelo site, pode ser consultado um importante acervo de fotografias históricas, obras de arte, informações sobre os imóveis tombados e inventariados, textos de pesquisa, informações dos bens imateriais, entre outras”, destaca.

Prêmio

O Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, que chega à sua 35ª edição, é promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A premiação reconhece, em nível nacional, ações de excelência para preservação e promoção do patrimônio cultural brasileiro. 

Para a edição nacional, foram selecionadas pelas comissões regionais 50 ações, sendo dez em cada comissão regional, cinco em cada categoria (pessoa física e jurídica). Serão premiadas dez ações na etapa nacional, cinco em cada categoria.

O nome do Prêmio é uma homenagem ao advogado, jornalista e escritor Rodrigo Melo Franco de Andrade, nascido em 1898, em Belo Horizonte (MG). Entre 1934 e 1945, período em que Gustavo Capanema era ministro da Educação, Rodrigo integrou o grupo formado por intelectuais e artistas herdeiros dos ideais da Semana de 1922, quando se tornou o maior responsável pela consolidação jurídica do tema ‘patrimônio cultural no Brasil’. Em 1937, esteve à frente da criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan), atual Iphan, o qual presidiu por 30 anos.

Da Assessoria

Programação Semana do Patrimônio Cultural 2022

Evento está marcado para acontecer entre os dias 8 e 12 de agosto, com tema ‘Ensinar, sensibilizar e preservar’
por Assessoria


A Prefeitura de Ponta Grossa promove, entre os dias 8 e 12 de agosto, a Semana do Patrimônio Cultural. Promovida pela Secretaria Municipal de Cultura, o evento tem como tema ‘Ensinar, sensibilizar e preservar’.
O objetivo da semana é apresentar questões voltadas à educação patrimonial, discutindo o ensinar, o sensibilizar e o preservar. Para isso, o evento terá uma extensa programação, que inclui exposição fotográfica, visita guiada à Mansão Villa Hilda, oficinas, sessão pública de salvaguarda de bens culturais da cidade, entre outras ações.
“Dois importantes momentos do calendário municipal de Cultura são voltados às questões do patrimônio cultural. O PG Memória, que este ano chega à sua quarta edição, fala do patrimônio do ponto vista mais afetivo e da saudade. Já a Semana do Patrimônio Cultural tem como objetivo fomentar a pesquisa, a discussão técnica, a sensibilização e a educação patrimonial de crianças, adolescentes e adultos. Com isso, queremos chamar a atenção para importância de preservar o patrimônio cultual da cidade, porque não podemos saber para onde vamos se não soubermos de onde viemos”, frisa o secretário municipal de Cultura, Alberto Portugal.
Programação
A abertura da Semana será realizada na Unidade Cultural do Ponto Azul no dia 08 de agosto, às 14 horas, e contará com apresentação da Banda Escola Lyra dos Campos. O evento também contará com abertura da exposição Registros da cidade de Ponta Grossa: corpo e alma, na Unidade Cultural do Ponto Azul, que poderá ser visitada até o dia 31 de agosto.
Uma das atividades mais importantes da Semana do Patrimônio também está marcada para o dia 8. Trata-se de sessão pública de salvaguarda de bens culturais da cidade, além de entrega do Prêmio Guardiões do Patrimônio-Preservadores, que acontece no Cine-Teatro Ópera, às 19 horas. Portugal explica que a sessão de salvaguarda de bens culturais será inédita em Ponta Grossa. “Nunca ocorreu nenhuma forma de preservação do patrimônio imaterial por meio de lei de proteção”, explica. A sessão abrangerá livro de registro dos sabores – artesanato em palha; livro de registros das formas de expressão – Banda Escola Lyra dos Campos; e o livro de registro dos lugares – devoção em torno do túmulo de Corina Portugal.
Durante todos os dias da semana, acontece visita guiada na Mansão Villa Hilda, em que os visitante poderão participar da Escolinha do Patrimônio e conhecer o Sótão do Fantasma.
Diariamente, na próxima semana, haverá um cronograma de passeio por pontos históricos da cidade com alunos da rede estadual de ensino. Os colégios que participaram da ação serão Prof. Becker e Silva, Prof. João Ricardo von Borell du Vernay, Colégio Estadual Ana Divanir Boratto, Colégio Estadual Professora Elzira Correia de Sá e Colégio Estadual José Elias da Rocha. O passeio inclui visita à Praça Marechal Floriano Peixoto, Cine-Teatro Ópera, Sesc Estação Saudade/Museu da Ferrovia, 4. Praça Barão do Rio Branco/Memorial do Ponto Azul e Mansão Villa Hilda.
Oficinas
A Secretaria promove ainda uma série de oficinas, que serão ministradas por Melina Pissolato Moreira, um dos maiores nomes da educação patrimonial no Brasil. Os encontros serão no auditório do Centro de Música. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio de formulário on-line. No dia 10, das 13 às 15 horas, o tema será ‘Educação patrimonial e gestações públicas, direcionada a gestores culturais. No dia 11, das 19 às 21 horas, o tema da oficina será ‘Educação Patrimonial: introdução a conceitos e práticas’, direcionada a estudantes de estudantes de graduação na área de História, Turismo, Artes Visuais, Arquitetura e Urbanismo, Pedagogia e Comunicação. E, no dia 12, com o tema ‘Educação Patrimonial: reflexões e práticas’, das 14 às 16 horas, a oficina será voltada a professores da rede municipal de ensino de Ponta Grossa.

Inscreva-se:

Sessão de Salvaguarda + Prêmio
No dia 08 de agosto de 2022, como parte da Semana do Patrimônio Cultural,
a Secretaria Municipal de Cultura de Ponta Grossa realiza a primeira Sessão
Pública de Salvaguarda de Bens Imateriais. Ocorrerá às 19h00 no
Cine-Teatro Ópera. Para participar clique aqui!

Oficina 1
Na programação da Semana do Patrimônio Cultural 2022 há diversas ações,
entre elas a oficina “Educação Patrimonial e Gestões Públicas”, ministrada
pela historiadora e arqueóloga Melina Pissolato Moreira (SP). É gratuita e
com certificação.
Inscreva-se aqui!

Oficina 2
“Educação Patrimonial – Introdução a Conceitos e Práticas” será outra oficina
ofertada durante a Semana do Patrimônio Cultural 2022, ministrada pela
historiadora e arqueóloga Melina Pissolato Moreira (SP). É gratuita e com
certificação.
Inscreva-se aqui!

SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA
Pular para o conteúdo Secured By miniOrange