Símbolo de progresso, a locomotiva a vapor n° “250” foi idealizada pelo engenheiro Ewaldo Krüger, que adaptou peças de uma locomotiva Mikado 2-8-2. Com a morte de Ewaldo Krüger em 1936, seu filho Germano Krüger finalizou o projeto quatro anos mais tarde. Iniciou suas atividades em 1942 puxando de 6 a 8 vagões lotados de mercadorias trafegando em linhas regulares de composições mistas,  servindo durante muito tempo na construção da Estrada Ferro Central do Paraná, que ligava Ponta Grossa a Apucarana transportando, inclusive,  material em operações de suporte. Com a aquisição das estações da Antiga RFFSA pela prefeitura de Ponta Grossa, a “Maria Fumaça”, ou “250” foi restaurada e colocada em exposição permanente, sendo admirada por muitas pessoas que ali passam.
Localizado na Rua Augusto Ribas, o imóvel foi construído em 1919 por José Domingues Garcia. Em 1920 foi efetuada a venda do prédio para Dr. Candido de Mello e Silva. Em 1936 encontram-se registros da ocupação do imóvel pelo consultório odontológico de Antônio Vendrami, seu atual proprietário. Entre 1991 – 1999  foi ocupado pelo Berçário e Maternal Castelo dos Baixinhos.  Tombado em 2001.
O imóvel foi construído antes dos anos de 1930 e serviu de residência do Sr. Raphael Papa, um dos fundadores do Banco Comercial do Paraná S/A. Abrigou o consultório odontológico Dr. Rivadávia Borba Filho. Vários estabelecimentos comerciais ocuparam a parte inferior do prédio. O edifício é um belo exemplar de linguagem eclética, apresentando diversos elementos dignos de atenção. Tem importante presença na paisagem onde se insere. Tombado em 2001.
O imóvel está situado na Rua Augusto Ribas próximo á Praça Barão do Rio Branco, centro da cidade de Ponta Grossa. Durante a década de 1930, foi propriedade de alguns membros da família Farago. A fachada do prédio é original, foram feitas apenas reformas internas para atender ás necessidades do comercio instalado ali. Acredita-se que o imóvel possua de 80 a 100 anos de existência. Tombado em 2001 de estilo eclético.  
Ambas as casas foram construídas antes de 1930 e eram de propriedade de Lysandro Alves de Araújo, industrial e fazendeiro, que veio morar em Ponta Grossa após a morte de seu pai passando a administrar fazendas herdadas. É uma das construções mais lembradas pelos Ponta-grossenses como exemplos de arquitetura histórica, com muitas características originais preservadas e pelo seu estado geral de conservação. Tombado em 2001, estilo eclético
Esse prédio foi construído na década de 1920 para servir como moradia da família de Arthur Guimarães Vilela, filho do Comendador Bonifácio José Villela, casado com Guilhermina Ribas Villela. Em 1946 o imóvel foi vendido para Francisco Pereira Barros. Em 2000 abrigou o restaurante Royalle pertencente a família Barros, foi totalmente restaurado mantendo a imponência e a beleza das residências da época. Tombado em 2001.
Localizado na Rua Senador Pinheiro Machado 385, o imóvel foi  construído em 1934, conhecido como Clube Polonesa Renascença, que retrata um período de grande efervescência, tanto na politica como grandes mudanças sociais e econômicas que ocorreram no Brasil este clube caracterizou como um dos mais tradicionais da cidade, sediando danças folclóricas, grupo de teatro, conjuntos musicais e debates sociais poloneses. Tombado no ano de 2001
Localizado na Rua Comendador Miró, Na sede Social da Sociedade Dante Aligheri, foi inaugurada em 24 de setembro de 1912, uma escola conforme notas no Jornal “O Progresso”.
Criada por intelectuais, a associação oficial Dante Alighieri da Itália tinha como principal objetivo promover a cooperação da cultura italiana com a cultura de outros países.
Tombado em 2001.
Rodolpho Osternack, comerciante e fazendeiro doou um terreno de sua propriedade – chácara Osternack – para construção de um hospital mais amplo, e 1942 o Hospital da Criança é inaugurado na Rua Paula Xavier com o nome de Hospital Infantil Getúlio Vargas, passando a década de 1950 a pertencer ao Estado do Paraná, o qual se incumbiu das despesas de pessoal e material. Tombado no ano de 2001.  
“Localizado na Rua Doutor Paula Xavier, construído em 1944, pelos “Irmãos THÁ” – Engenharia, Arquitetura e Construções” (procedente de Curitiba), em terreno adquirido em 1941 pelo Sr. Leopoldo Guimarães da Cunha. No inventário esta casa foi projetada o jardim, sendo que este permanece com as características originais. Conserva sua planta arquitetônica próxima do original, com pouca ou nenhuma alteração em cada elemento da construção. Jardim foi projeto pelo paisagista Jacob Schell. Tombamento ano de 2003.